16/04/18 - 14:09

Rodrigo Maia fala sobre situação do Hospital Federal de Bonsucesso

Ministério da Saúde envia nota em resposta às alegações do parlamentar

Por: Jenifer Alves

O Deputado Federal Rodrigo Maia esteve na manhã desta segunda-feira (16) no show do Clóvis Monteiro, na Super Rádio Tupi respondendo a perguntas de alguns jornalistas. Um dos questionamentos foi acerca da deficiência na saúde do estado do Rio de Janeiro. O repórter Cyro Neves indagou ao presidente da Câmara dos deputados sobre a situação do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), em resposta Rodrigo alegou que não houve planejamento na contratação de médicos e que dessa maneira, “É claro que a emergência não vai funcionar”.

De acordo com o parlamentar, o que acontece no Rio da Janeiro é o fechamento das emergências dos hospitais federais e a concentração nos hospitais municipais. Segundo ele, é necessário cobrar do ministério da saúde que a emergência seja aberta de maneira que atenda a população da maneira correta.

O Ministério da Saúde enviou uma nota em resposta ao pronunciamento do parlamentar. De acordo com a assessoria da pasta, os últimos 30 dias o Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) teria contratado 10 médicos e 16 outros profissionais de saúde. Entre os profissionais estão enfermeiros e técnicos de enfermagem. Nove profissionais de saúde estariam em processo de contratação.

Sobre o quadro de funcionários, o ministério afirmou que nesta segunda-feira há na escala do setor de Emergência do HFB, 5 clínicos médicos, 2 cirurgiões, 2 ortopedistas e 2 pediatras, o que contemplaria a demanda estritamente do setor. Ainda segundo a pasta, as emergências dos hospitais de Bonsucesso, Andaraí e Cardoso Fontes vêm recebendo reforços de profissionais vindos de um processo seletivo já realizado.

De acordo com o Departamento de Gestão Hospitalar (DGH) há 3.592 vagas previstas em novo edital de processo seletivo simplificado de 2018. A contratação estaria destinada à renovação imediata da força de trabalho dos seis hospitais federais e de dois institutos do Ministério da Saúde (INC e INTO). Segundo o órgão, estes contratos temporários representam 17% dos 21 mil profissionais que atuam nessas unidades. Atualmente, o quadro funcional é composto essencialmente por servidores permanentes, concursados, com carga horária definida por lei.

 

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