01/02/19 - 11:15

Palavra Amiga / Fábio

Boa tarde heleno e família tupi.

    Eu tenho 28 anos, estou namorando, moro com os meus pais e trabalho numa empresa como técnico de informática. Minha namorada é a “Érica”, ela tem 27 anos, mora com duas amigas em um apartamento e trabalha como secretária numa empresa. Nós já estamos namorando há 05 meses, eu gosto muito da `”erica”, ela é uma mulher linda, atenciosa, esforçada e chama atenção por onde passa não só pela beleza, pois ela faz questão de ser educada com todos. Meus pais adoram a “Érica” e dizem que ficariam muito felizes se um dia nós resolvêssemos nos casar.

    Quanto a família dela eu só conheço mesmo pelo telefone e pela internet, é que eles moram em outro estado, e eu ainda não tive a oportunidade de viajar para conhecê-los e o pouco que conversamos eu gostei bastante deles. Realmente eu gostaria que a “Érica” fosse de fato a mulher da minha vida, mas tem um problema que está me deixando muito preocupado e tenho pensado em até terminar o nosso namoro, apesar do meu sentimento pela “Érica” ser verdadeiro eu preciso muito de uma orientação da família tupi.

    Um amigo nos apresentou e surgiu uma grande amizade entre nós, só depois de alguns meses eu criei coragem e chamei a “Érica” para jantarmos, ela sempre arrumava uma desculpa para não sair comigo e um dia quando estávamos na mesma festa do nada depois de dançarmos juntos nos beijamos. A partir daquele dia começamos a namorar e eu dizia para a “Érica” que eu sou um homem sério, comigo não existe esse negócio de só ficar, eu estava a procura de uma mulher para namorar e dependendo de como seria o nosso relacionamento, eu tenho o desejo deformar uma família e eu não sou um homem de farra.

    A “Érica se comportava de forma a entender todos os meus sonhos, me dizia que também compartilhava dessa ideia e tinha os mesmos objetivos. Quando completamos um mês de namoro decidimos comemorar e ter a nossa primeira noite de amor e foi aí que os meus problemas começaram. Quando estávamos transando no meio do rala e rola a “Érica” pediu que eu desse uma tapa nela, eu achei que tinha entendido errado, mas não, ela foi bem clara e pediu novamente que eu desse um tapa nela, naquela hora eu não pensei muito e dei um tapinha, coisa leve, mas não! A “Érica” queria algo mais forte e não mediu palavras para me dizer que gostava de apanhar enquanto transava.

     Eu parei na hora, pensei e disse que isso não ia acontecer que era um momento de amor e não havia sentido eu começar a bater numa pessoa numa hora tão especial. Mas a “Érica” confessou que só sentiria prazer se fosse dessa jeito, eu pensei e quando voltamos ao ponto onde tínhamos parado eu dei a pedido dela alguns tapinhas de leve, só que ela além de gostar de apanhar também quer bater e eu cheguei em casa todo roxo e assustado. Meus pais quando viram aquelas manchas pelo meu corpo me perguntaram e eu menti dizendo que tinha levado um tombo.

    Depois disso eu até comecei a evitar ir para a cama com a “Érica” e quando era inevitável saímos e tudo se repetia; a “érica” quer apanhar e bater. Eu conversei com ela, pedi que procurasse um profissional e fosse se tratar, eu não acho isso normal e não quero fazer parte de algo assim. Eu gosto muito da “Érica” e depois dessa conversa quando vamos para cama eu tenho certeza que ela finge estar tendo prazer comigo o que vem tornando o nosso relacionamento algo falso, ela ainda se empolga e me dá alguns beliscões que me incomodam. Ela se recusa a ir se consultar com um profissional e eu me sinto muito mal em não satisfazê-la sexualmente e sem saber o que fazer nesse momento de muito difícil que tenho vivido eu preciso de ajuda, preciso muito ouvir uma “Palavra Amiga”.

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