26/07/16 - 09:15

Depois de fechar com pacotão de reforços, diretor de futebol tricolor analisa mercado e diz que clube pode contratar mais

Nas últimas semanas, o Fluminense movimentou o mercado e acertou a contratação de seis reforços. Os meias Marquinho, Danilinho, Wellington, Rojas, Aquino, e o atacante Henrique Dourado chegaram para dar mais opções ao técnico Levir Culpi. Para o diretor de futebol do clube, Jorge Macedo, o elenco estava precisando já que alguns jogadores não vinham rendendo o esperado. O dirigente afirmou também que o Flu está de olho no mercado e que se aparecer a oportunidade de contratar um jogador que agregue ao elenco, será contratado.

"Se tiver alguma oportunidade que a gente possa trazer um jogador que a acreditemos que possa agregar ao elenco, vamos conseguir fazer. Em relação aos reforços, sabíamos da necessidade desde que cheguei. O Brasileiro é um campeonato muito difícil, longo, junto com Copa do Brasil e necessitávamos de ter um elenco mais homogêneo. Tinha uma equipe titular e com poucas peças de reposição. Isso que fomos fazendo. Trocando alguns atletas que não estavam dando resultado, trazendo outros e agregando qualidade ao grupo. Com estes reforços acho que agregamos muito, daremos bastante opção para o Levir, principalmente do meio para frente", analisou Jorge Macedo.

Algumas contratações já foram questionadas pela torcida, antes mesmo dos jogadores estreiarem. Danilinho e Aquino, por seu histórico de confusão nos últimos clubes, não agradaram parte dos tricolores. Sobre o assunto, o diretor é enfático em afirmar que o clube analisa por semanas os jogadores antes de contratar. Cita, inclusive, que não traz reforços por ver seus lances em DVD.

"O Fluminense tem um departamento de scout que analisa as séries A, B, C, D e campeonatos internacionais. Por exemplo, o Rojas, o nosso observador ficou, praticamente, duas semanas no Paraguai, observando jogos, treinamentos. Mesma coisa com o Aquino. Fazemos um trabalho com bastante critério para não ter o problema de o jogador chegar, sem ser observado direito, visto como antigamente, por DVD. Então, esse trabalho de estudo leva tempo. Conversamos com os jogadores, treinadores, preparadores físicos…", esclareceu.

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