27/04/18 - 09:57

Mulher do traficante Nem da Rocinha trabalha em escola penitenciária no Rio para conseguir redução de pena

Pedido de prisão domiciliar para a condenada foi negado

Danúbia de Souza Rangel, a “xerifa da Rocinha” trabalhou por dois meses, janeiro e fevereiro, na escola Penitenciária Nelson Hungria, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio. Na escola, Danúbia era auxiliar de serviços gerais. Hoje, ela não está mais trabalhando e cumpre pena na Penitenciária Talavera Bruce. Os dias de serviço serão descontados da pena final da detenta.

Danúbia trabalhou por dois meses na Escola Penitenciária para reduzir sua pena. Foto: Reprodução

A juíza Larissa Maria Nunes Barros Franklin Duarte, da Vara de Execuções Penais (VEP) do Rio autorizou a diminuição da pena com base no mês de janeiro, trabalhado por Danúbia. O período de  fevereiro ainda será analisado pela magistrada. A cada três dias de serviço, a mulher de Nem conseguirá abater um dia em sua condenação.

A defesa de Danúbia solicitou a VEP que fosse aplicado em seu caso a decisão do STF de que mulheres grávidas ou com filhos de até 12 anos fiquem em prisão domiciliar. A mulher de Nem tem uma filha de 8 anos com o traficante. O pedido foi negado pela juíza Larissa Maria. Em sua decisão a magistrada citou que por conta da gravidade do crime cometido por Danúbia e pela “ausência dos requisitos legais” para seja concedido o benefício.

 

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